12 de Junho

 

Terminará bem

Leia-> Apocalipse 22:1-5
Nunca mais haverá qualquer maldição (v.3).

       Como consequência dos desastres naturais que destroem grandes áreas de plantações, e da inflação que eleva os preços vertiginosamente, faltam até mesmo os alimentos de subsistência como arroz e feijão, para muitas pessoas nos países em desenvolvimento. Após a morte por desnutrição de quase um milhão de norte-coreanos no fim dos anos 1990, os pesquisadores do governo estão desenvolvendo um tipo de macarrão que “retarda o sentimento de fome”.
      Todos nós esperamos que estas medidas aliviem o sofrimento. Entretanto, não é bom quando o melhor que podemos fazer é apenas abrandar os sinais da fome.
     Com a sua visão do fim dos tempos, o apóstolo João nos deu esperança de que toda criação aponta para: o dia quando o povo de Deus viverá na nova cidade de Deus. Nesta cidade, os seres humanos viverão e florescerão da maneira que Deus sempre quis que vivêssemos. Nesta nova cidade, todo vilarejo seco tem esperança porque a água da vida flui “...no meio da rua principal...” (Apocalipse 22:2). Nela, toda nação atingida pela fome se alegrará porque a árvore da vida do jardim do Éden reaparecerá e produzirá “...doze frutas por ano, isto é, uma por mês” (v.2).
     Além da água abundante e festa durante o ano todo, a árvore oferecerá o remédio para todo mal que já atingiu a sociedade humana – todo sistema abusivo de poder, todos os locais de vícios, guerra ou egoísmo. Haverá cura para as tribos devastadas, regiões famintas, subúrbios ricos, porém destruídos. João relata que “...as suas folhas servem para curar as nações” (v.2).
     Nosso mundo parece estar caminhando para o inferno. Mas a esperança do evangelho se reflete nas palavras: “Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. As coisas velhas já passaram” (Apocalipse 21:4).
- Winn Collier