19 de Junho

 

Impressões erradas

Leia ->João 3:16-18
Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo (v.17).

       Recentemente, um pastor levou um jovem a aceitar Jesus. Em determinado momento da conversa, o jovem questionou o pastor, “Agora que sou um cristão, tenho que sair por aí julgando todo mundo?” O pastor, triste pela pergunta, foi capaz de dizer, “Claro que nã

O cristão deve tratar as pessoas de maneira aposta.”
      Jovem explicou que muitos cristãos que conhecera pareciam pessoas julgadoras. Agiam como se estivessem acima do pecado e tinham um ar de superioridade em relação aos outros. Tal arrogância deixara uma má impressão, especialmente por não serem tão perfeitos quanto pareciam ser.
      Se já existiu alguém que tivesse o direito de agir de forma superior, esta pessoa foi Jesus. Ele foi o único ser humano a viver sem pecado (Hebreus 4:15). Mas ao ler os evangelhos, você descobrirá que Ele não evitou, nem condenou aqueles que viviam no pecado. Jesus não esperava que os fraudulentos coletores de impostos ou as prostitutas largassem imediatamente a sua imoralidade antes que Ele tivesse algum envolvimento com eles. Em vez disso, Ele foi amigo dos pecadores e os encontrou onde estavam em relação a Deus (Lucas 5:30-32; 7:34-50).
        Como cristãos, devemos conviver com vizinhos incrédulos, colegas de trabalho e membros da família como pessoas que, verdadeiramente, se importam com os outros. Isto não deve dar a impressão errada de que não estamos preocupados com o pecado. Jesus certamente não agiu desta forma (João 5:14; 8:11). No entanto, por todo o Seu ministério terreno, Ele nos ensinou que podemos ter amizades com “pecadores” sem comprometer nossas preocupações e convicções morais.
       Senhor, ajuda-nos a mostrar aos outros Seu amor e Seus caminhos que levam à vida. Ajuda-nos a não condenar aqueles que se perderam e aqueles que ainda não o conhecem – e vivem um estilo de vida que os leva à morte (Romanos 8:6).
- Jeff Olson