1º Outubro

Aprovações

Leia->Romanos 14:7-18
...quem serve a Cristo dessa maneira agrada a Deus e é aprovado por todos (v.18).

 

    Em O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald narra as tentativas desesperadas de Jay Gatsby para obter aprovação de sua amada Daisy. Ele faz de sua vida um teatro baseado nos desejos de sua amada, na esperança de reconquistá-la. Embora não autobiográfico, o livro espelha algumas lutas do autor para ser aprovado por aqueles cuja opinião valorizava – ele mesmo e a esposa Zelda. Ficção e vida real colidem quando as expectativas encobrem a realidade.
Sua vida e obra não eram centradas em Deus, porém, a sua propensão em viver pela aprovação dos outros é uma luta que muitos enfrentam – até os cristãos. Poucos escolheriam viver com medo da opinião alheia. Em vez disso, a preocupação nociva com o que os outros pensarão brota do nosso medo de rejeição.
    Obter a aprovação dos outros não é pecado. Lucas 2:52 diz que Jesus agradava cada vez mais a Deus e às pessoas. Paulo procurou “...sempre ter a consciência limpa diante de Deus e das pessoas” (Atos 24:16). O problema surge quando a aprovação dos outros se torna a nossa meta.
Mesmo o mais devoto pode falhar às vezes. E nossas opiniões com frequência são obscurecidas por nossa natureza pecaminosa, quando nos dedicamos em atender às expectativas alheias, colocando a opinião deles acima da de Deus (João 12:42:43). O que importa é a aprovação que recebemos de Deus (2 Coríntios 10:18).
    Viver para agradar aos outros – mesmo com boas intenções – é uma busca vã. Ser um trabalhador aprovador por Deus (2 Timóteo 2:15) significa viver para agradá-lo, avaliando e julgando os nossos desejos e pensamentos pela Palavra (Hebreus 4:12).
No fim, só uma opinião importa: a de Deus. Suas expectativas em relação a nós mudam de acordo com emoções ou circunstâncias; Ele permanece consistente e verdadeiro.
- Regina Franklin